Enquanto os dias forem assim
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Comer algodão doce colorido e imaginar que a vida é rosa e doce e pode ser degustada com prazer.
Andar descalço na areia da praia e fazer castelos onde reis e rainhas são eternos e felizes.
Deitar na rede e observar o voo dos pássaros só pra ter a certeza que sonhos e asas devem fazer parte da vida.
Fazer bolos de todos os sabores e distribuir a quem você ama para nunca esquecer que compartilhar é a maneira mais sublime de demonstrar amor.
Descansar à sombra de uma velha árvore pra ter sempre a consciência de que a natureza deve ser cuidada e valorizada assim como as amizades e amores.
Olhar no espelho e dizer para a imagem que lhe sorri que é preciso sempre ter brilho nos olhos e nas mãos o perfume das flores.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
entre o sol e a sombra
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
Nas letras do poema, na melodia da música
sábado, 26 de setembro de 2009
Uma presilha de borboletas prendia delicadamente os cabelos deixando alguns fios soltos dando um ar de leveza ao rosto iluminado pelo sol daquela manhã de setembro.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
São dias de sol ameno em que os pássaros saúdam as manhãs e cantam nas árvores e em cima dos muros presenteando o mundo com suas melodias.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
A saudade quando chega e se instala silenciosa no peito
Saudade de um amigo distante a quem muito amamos
Saudade do mar companheiro que saudamos com honra
Saudade de alguém que se foi para o desconhecido
Saudade do amor perdido que deixou tudo às avessas
E assim vamos sentindo saudades todo dia um pouco
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
beija as pétalas da rosa que sorri e te rouba o perfume
beija os versos do poema sem rima nem teorema
beija a face da lua em seu rubor no céu pendurada
beija a mão do destino que te fez tão doce e tão menino
beija a manhã ensolarada que te acorda para beijar o dia
beija-me meu beija-flor!
Ao Encontro do Arco-íris
Calçou os sapatos que guardava para ocasiões especiais e pegou apenas uma bolsa minúscula, onde guardaria algum achado que não lhe pesasse no caminho e que por ventura fosse importante.
Tingiu os lábios com batom carmim e nos olhos colocou o brilho das noites enluaradas.
Olhou-se no espelho e ajeitou o coração no peito que estava um tanto desacomodado das idas e vindas ao nada e das esperas inúteis.
Beijou a boneca de pano sobre a cama deixando a marca de batom na face rosada que lhe sorria.
Parou por um instante e pensou em quanto tempo havia esperado por aquele momento e em quantas vezes desistiu de percorrer o caminho que a levaria à seus sonhos.
Desta vez não voltaria a guardar os sonhos na caixinha de pandora, algo dentro dela gritava para que seguisse e assim seria.
Ao longe no horizonte como que lhe dando boas vindas, já podia avistar as cores do arco-íris.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Colheria lírios no campo da paz e enfeitaria minha sala e o branco do meu olho.
Andaria solta no vento e sopraria um beijo para além do além mar.
Dançaria sem sapatos na nuvem de algodão e ouviria os sons do universo até então inaudíveis.
Pintaria o horizonte de púrpura e jogaria pétalas na estrada por onde teus pés pisassem.
Pegaria um punhado de estrelas e juntaria folhas de alecrim e cheiro de canela pra te dar de presente.
Usaria um vestido de renda com lindas matizes e um cabelo de cintilar dourado.
Teria uma boca de rosa e rosas no jardim para perfumar a manhã e enfeitar a tarde.
Não fecharia o olho nem por um segundo para não perder o doce movimento do tempo e o desenrolar das horas.
E quando a tarde virasse noite e os últimos raios do sol dessem adeus ao dia ouviria apenas o grito do meu amor ecoando no peito.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Entretantas ontem!
não de flores, porque essas eu prefiro brancas,
mas de outras coisas
como blusinhas de verão ou dias de primavera.
No mangue entre as árvores estava o pássaro – branco!
No meio do mangue a banhar-se.
E eu só fiquei admirada olhando o pássaro
transformando-se em parte do mangue.
E isso aconteceu ontem, porque ontem eu sai pra conhecer o dia.
sábado, 5 de setembro de 2009
ou sonoras melodias de amor.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
E quando chegas assim, tão quente
domingo, 23 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Recomeçar e pegar em algum lugar a esperança que se perdeu naquele breve momento em que você por um descuido fechou os olhos quando não devia. Um vacilo basta às vezes para que nada mais volte a ser como antes. Um caminho, um atalho e a vida muda seu curso. Uma esperança que volta é sempre melhor do que um rumo contínuo e previsível. Vida boa é aquela que te surpreende, que te exige mais do que dias amenos. Quero que o sol me queime e o vento balance meu cabelo, não quero viver só de brisa. quinta-feira, 13 de agosto de 2009
- Um colar de conchas do mar que se desprendeu de mim e voou num dia de vento sul.
- Um caderno antigo de poemas que esqueci na janela num dia de chuva e que molhou misturando todas as letras.
- Um par de sapatos de boneca que eu usava só em dias de festa e que deixou de servir porque o pé cresceu.
- Uma coragem desmedida de fazer coisas que pareciam loucuras, mas que sempre davam certo.
- E um olhar de paisagem que perdi quando você foi por um instante e nunca mais voltou.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Eu sobrevivi ao temível julho, finalmente chegou agosto e hoje o dia me recebeu com um lindo sol de sonrisal. Uau!!!
E é sempre assim, todo ano a mesma coisa. Dias frios de um inverno que parece interminável. Dores que se misturam, de pele, de alma, de anseios e de ossos que gelam. Nada parece acalentar o frio que se instala.
E sempre me vi temendo o inverno e tremendo nas noites frias e nos dias gelados. Quantos invernos já vi passar e nunca, nunca lembro de um que possa ter sido levemente ameno. São cruéis e impiedosos os invernos e sempre trazem dores.
Mas hoje, especialmente hoje, neste dia de inicio de agosto eu já sinto os raios de sol em forma de promessas. Ah, e quando chegar a primavera verei as flores desabrocharem dentro de mim e sentirei o perfume dos ipês-amarelos que povoarão as ruas de minha imaginação.
domingo, 2 de agosto de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009

Riscando o horizonte o sol nasce
penso em você quando amanhece.
Um sol a pino e um céu sem nuvens
penso em você quando o dia está ao meio.
Um sol mais tímido querendo dar aceno
penso em você e um sorriso chega.
Um céu na penumbra e um sol de partida
penso em você e a saudade aperta.
Na noite escura a lua aparece
terça-feira, 28 de julho de 2009
Bem em frente à janela havia um jasmineiro e quando o final do inverno se aproximava já podia ver os botões das flores que viriam.
Convivia com aquele jasmineiro há muitos anos e pensava que ele assim como ela não gostava de inverno a julgar pelas flores que nasciam no final de cada estação gelada.
Flores brancas e perfumadas das quais sentia o aroma que adentrava pela janela e inundava seus pulmões.
Quando a árvore encontrava-se bem cheia de flores roubava alguns botões e guardava em algum lugar onde pudesse sentir o cheiro bem mais próximo.
Durante os dias tristes de inverno quando uma flor ou outra brotava era como se um fio de esperança nascesse, mas a flor morria muito rápido e não havia outra em seu lugar e isso era motivo pra que seu coração sentisse aquele aperto tão costumeiro dos dias de frio.
E quando acabava a primavera o jasmineiro se recolhia e ficava ali quietinho com suas folhas verdes esperando a nova era de flores chegar.
E ela passava por ele e respeitava seu silêncio de flores porque com a chegada do sol de verão era a sua vez de recomeçar a viver.
sábado, 25 de julho de 2009

Meia dúzia de sempre-vivas mortas
um calendário antigo com datas marcadas
uma saudade boba de quem nunca foi nem veio
um beijo que roubei na passada do vento
um carretel com um restinho de linha frutacor
um cisco de um olho que chorou muito
um aceno de adeus que nunca mais voltou
duas gotas de orvalho de uma manhã de setembro
a chave que abriu o coração e nunca mais fechou
um barquinho que perdeu o remo e o rumo
uma fita que desamarrou um segredo escondido
meio sorriso amarelado pelo tempo
um suspiro derretido pelo olhar de alguém
um restinho de perfume de um amor antigo
um sonho de menina cortado ao meio
e uma caixa de giz de cera.





























