quinta-feira, 23 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
Isso tudo é para falar de uma pessoa espetacular que não por acaso se auto denominou Felina. Felina não somente na feminilidade, mas na garra tão peculiar que os felinos possuem.
Felina Pantera, mesmo que em alguns momentos seja preciso guardar as garras e apenas ronronar, tenho certeza que tua força estará contigo, porque um felino tem instinto de sobrevivência e é um lutador nato, pode até ficar sem unhas, mas é astuto e nunca foge.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Bateu um vento sulaqui no litoral
invertendo as ondas do mar
varrendo as ruas
derrubando folhas
levantando saias
despenteando cabelos.
Um vento de respeito
pescadores não vão pescar
gaivotas abaixam a cabeça
pássaros se escondem
peixes somem da superfície
roupas não ficam nos varais.
Ele não se demora muito
mas vai deixando seu rastro
faz o sol ficar mais tímido
e esconde a lua nas nuvens
mas já faz parte da vida
dos manés que moram aqui.
E me incluo, feliz e despenteada!
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Dias calmosum barco no mar
um vento que sopra leve
quase nada se move
não é preciso pegar o leme
apenas deixar
que a mansidão comande.
Sentimentos brandos
quietude
um mar sem ondas
um céu sem nuvens
um murmúrio de esperança
e um doce
balanço de ninar.
A alma se aquieta
no infinito azul
o horizonte é perto
a pressa não existe
o barco navega devagar
as mãos soltas ao vento
o coração aberto à vida.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
É preciso que exista uma janelano quarto para que à noite
debruçada possa roubar
um raio da lua
e de dia para o sol entrar faceiro
e banhar o gato
estendido no parapeito.
Todos os dias é preciso uma janela
para se ter a perspectiva
de coisas novas
de horizonte que desponta
lá longe onde nasce o dia
e cá dentro
onde mora a esperança.
Dida, Neguinha e Penélope
Desde pequena convivo com gatos, sempre tive um ou mais, a companhia deles me é imprescindível. Quando criança, era uma briga constante, gatos encontrados na rua eram sempre levados pra casa.Os gatos são autênticos, encantadores, apaixonantes, mas também são espertos e astutos.
Na minha casa, tem uma janela que nunca se fecha, é a entrada e saída de minhas gatas. Elas têm território livre pra irem e virem à hora que quiserem. É de costume um gato estranho também entrar e muitas vezes acontecer uma briga. Geralmente encontro coisas quebradas dentro de casa, móveis arranhados, sofás com fios puxados, isso é completamente normal quando se tem gatos. O que eu não gosto, e isso acontece às vezes, é chegar em casa e encontrar as penas de um pobre passarinho pela casa toda, ou os restos de uma indefesa lagartixa.
Coitadinhos!
Fico com uma dó!
Gatos malvados!
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Naquelas manhãs
podia-se ficar à janela
só para ouvir o canto dos pássaros
e piscar só de vez em quando
para não perder o voo das borboletas.
Naquelas tardes
as horas eram de se arrastar
para ter bastante tempo
de dizer qualquer palavra que fosse
e que coubesse dentro dos minutos.
Naquelas noites
era possível ver o clarão da lua
pela fresta do olho
e escutar o som do universo
ao nascer das estrelas.
Naquele tempo
era permitido usar giz de cera
nos dias para não serem cinzas
e fragmentos de estrelas
nas noites para serem prateadas.
Naquele tempo
era tempo de sonhar.
No caminho da escola tinha um mato e a lenda de uma assombração.
Ia para a escola com o irmão e como não havia outro caminho precisavam atravessar o mato.
Então fizeram a combinação de nunca olharem para trás e assim era feito diariamente até que um dia a curiosidade de criança foi maior e não resistindo olharam.
O irmão que era mais velho assustado jurou ter visto a assombração e ela em sua imaginação e por crer nele, também acabou vendo.
Resultou que correram tanto, mas tanto que chegaram à escola de língua de fora e coração na mão.
Nada disseram a ninguém.
E todos os outros dias continuaram a atravessar o mato, só que nunca mais atreveram-se a olhar para trás.
sábado, 4 de abril de 2009
Embaixo da luaa estrela pingava
no olho alegria
e no escuro da noite
a menina sonhava
com brilho nos olhos.
E os sonhos caiam
do céu em torrentes
enchendo seu peito
que de tão pequeno
ficava apertado
tão cheio de sonhos.
Mas por um momento
menina adormece
o tempo aproveita
e quando ela acorda
virou gente grande
sem pingos de estrelas.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Naquele tempo
A vida parecia feita de sonhos e brincar. Perto da casa havia muitas pedras e valia fazer delas diversos brinquedos. Passarinhos era bom de ouvir cantar e tinham uma melodia de fazer criança feliz.
Escola era tão longe de casa e meio de transporte eram pernas que de tão acostumadas nem doíam, até gostavam.
Em companhia do irmão ia, ia, ia, só lembra de ir, não lembra de voltar, talvez porque voltar não fosse tão bom.
Gostava de um menino que lhe parecia um príncipe, mas que na verdade era até feio, bom, nunca se preocupou com aparências, o olhar importava mais.
Quase de noite, bem à tardinha não queria mais brincar. Queria ficar embaixo da mesa e ouvir a oração da Ave Maria de tanto que gostava. Aquela Maria devia ser encantada para merecer tão linda canção.
Nunca esqueceu nada, nem as pedras, nem as flores, nem a oração de Maria.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
A vida é graciosacomo o andar de um felino
e seu ronronar manhoso.
A vida é leve
como uma pluma que flutua
com um simples assoprar.
A vida é gostosa
como a tão desejada
última bolacha do pacote.
A vida é preciosa
como uma jóia rara
guardada a sete chaves.
A vida é linda e frágil
não ande por ela como se fosse
um elefante em uma loja de cristais.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Quando chegam os dias de outonoo sol começa a deixar seu calor em outras terras
e as árvores dão ares de amarelo nas folhas
deixando no chão seus vestígios e desenhos
o entardecer adianta suas horas querendo virar noite
tudo o que está ao alcance de meu olho
dá a sensação de renascer, de transmutar.
Das feridas caem as cascas iguais às árvores
o vento varre as dores junto com as folhas
e as manhãs nascem mais amenas e calmas
e as noites chegam mais serenas e frescas
e todos os dias vivem de se refazer.
Quando chegam os dias de outono
meu coração vira menino que brinca
e manda embora todas as certezas
e se desfolha
e se joga ao chão
para ser varrido pelo vento.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Mas muitas vezes
palavras são flechas
que ferem sem dó.
São fogos que queimam
deixando corações em pó.
Palavras às vezes são
palavras que não deveriam ter sido.
segunda-feira, 16 de março de 2009
AOS POETAS
A todos os poetas de verdade
que trazem a poesia na alma
que dizem o que vem do coração
e usam a palavra para encantar.
Aos verdadeiros poetas
que falam de amor e esperança
e transformam um simples ato
num ritual de magia e sonho.
Aos que escrevem por prazer
que dão vida ao impensável
e que vão além das fronteiras
do previsível e esperado.
Poetas de sonhos e fascínios
de amores e mil paixões
que sem limites de palavras
dão todas as cores ao mundo.
sábado, 14 de março de 2009
Eu imagino a vidacomo uma fabrica de doces
bombas de chocolate
que explodem na boca
jujubas coloridas
que saltam pelos olhos
bolas de algodão doce
que derretem nos dedos
pipocas de caramelo
que saltitam no estomago
doce de maria mole
que balança nas mãos
bala de menta fresquinha
que adormece a língua
e brigadeiro de panela
para lambuzar a tristeza.
quarta-feira, 11 de março de 2009
terça-feira, 10 de março de 2009
domingo, 8 de março de 2009
Boneca de milho
Quando criança espigas de milho eram perfeitas para fazer bonecas.Perdia-se no milharal a escolher a de cabelo mais longo e loiro que se parecesse talvez com o seu, herança genética!
Nada era mais encantador do que uma linda boneca de milho e jamais, jamais em hipótese alguma passava pela sua cabeça que milho era alimento e milharal não era fábrica de bonecas.
Vida de interior é assim, qualquer coisa ganha vida nas mãos de crianças famintas de brincar. Abóboras, pedras, flores e claro as lindas espigas de milho.
Não existe limite de criação quando se tem um vasto campo de liberdade e um mundão de sonhos ao alcance de uma criança.
Mas um dia lhe foi apresentada a cidade grande e uma fábrica diferente de bonecas de verdade. Ela olhava as bonecas e não via a beleza e nem o brilho nos cabelos igual as que havia deixado lá longe em seu milharal. Mesmo com braços e pernas não tinham tanta graça. A menina não quis mais brincar de boneca.
Hoje a menina virou mulher e quando vê uma espiga de milho pulando em uma panela fervente, sabe que as bonecas da infância agora são seu almoço de praia.
sábado, 7 de março de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
O lago
Nadar não é bem a palavra certa, pois nem nadar sabia direito.
Lembra nitidamente do lago.
Uma tábua que dava para atravessar de um lado para o outro e muitas árvores ao redor.
O lugar era até perigoso de se ficar, mas isso nem passava pela sua cabeça e nem pela cabeça das outras crianças que iam lá brincar.
O lago não era mar, mas era bom de ficar dentro dele até enrugar os pés e fingir ser peixinho de lago do meio do mato.
Equilibrar-se em cima da tábua até cair. vuuuuuuaaaa
Roxo nas pernas e joelhos machucados era normal devido aos escorregões.
Mas relógio do tempo passou tão ligeiro
menina deixou o lago e foi para longe.
Ah, será que lago do mato secou e morreu?
Ou ainda guarda pernas sapecas de meninas que sonham
com pedras e sapos de beira de lagos???
Sentiu a areia entre os dedose a água a molhar os pés.
Um leve vento que vinha do sul
balançou seus cabelos
e o cheiro do mar entrou
docemente em suas narinas.
Um sirizinho enfiou-se num buraco
e uma gaivota mergulhou
e trouxe no bico um peixe.
Ouviu o barulho das ondas
quebrando na praia
e sentiu a espuma branca
beijando suas pernas
num ritual de ir e vir
de bater e deixar seu sal.
Ao longe um barco e uma vela
e sonhos que voaram
e foram além do infinito.
E no peito um sentimento aflorou
e foi apertando como braços
e invadindo como posseiro.
incomensurável
pungente
infinitamente
saudade!!!
quinta-feira, 5 de março de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
Dá licença dona morte, vou falar de você
Falar sobre a morte é estranho, ou parece ser, mas não deveria ser.A morte pode assustar, mas para mim particularmente ela tem sido até camarada. Tenho lembranças amenas de sua passagem em minha vida: avós que morreram de velhice, um bebê que já nasceu bem dodói e que não vingou, animais que se foram. A respeito dos animais tenho uma leve tristeza, bem leve, por conta da morte de um cãozinho que catei na rua e o alimentei tanto que veio a falecer de congestão, mas para compensar salvei outros tantos e limpei minha consciência. Recentemente a morte levou minha mãe e penso que no tempo oportuno. Causou-me dores naturais e sem traumas.
Penso que ela tem muitas faces e às vezes é um tanto traiçoeira, chega sem aviso e prematuramente devastando corações. Dizem que nunca vem sem ser sua hora, mas em certas ocasiões acho que sua hora é antecipada pelos atos inconseqüentes dos humanos. Não sei se estou certa, mas é isso que acho.
Aceitar a morte de alguém que já cumpriu sua missão é um ato que devemos aprender a praticar e saber distinguir quando é essa hora também. De nada vale chorar rios de lágrimas por alguém que se foi porque realmente deveria ter ido. É inútil e desnecessário. A aceitação muitas vezes precisa ocupar o lugar do egoísmo. Egoísmo sim, por querer ter a pessoa junto, por não saber viver sem sua presença.
Há pouco tempo vi uma pessoa ser mantida viva por alguns meses somente para satisfazer alguns que necessitavam de sua presença. Vamos brincar de Deus?
Algumas pessoas encaram a morte de forma até engraçada. Uma conhecida minha soube que a mãe morreu só um mês depois. Um primo morreu de diabetes e a mãe dele logo em seguida morreu de desgosto. O irmão revoltado matou o vizinho e o pai de tristeza está quase indo para a cidade dos pés juntos. Ela assiste tudo de longe sem derramar uma lágrima. Faces da morte!
Outras pessoas já sofreram tanto que se eu tentar me colocar no lugar delas penso que não aguentaria. Por isso é que sempre digo, dona morte sempre foi boazinha comigo!!!
domingo, 1 de março de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Eu queria ser Manoel por um dia
Há pouco tempo fui apresentada a Manoel de Barros quando ganhei de minha amiga Helô um livro, na verdade não é bem um livro, Memórias Inventadas vem em caixinhas, com folhas soltas que dá mais magia a autobiografia do poeta. Ao ler a primeira página eu logo pensei: Vou devorar! É assim que sempre faço quando gosto de uma leitura, devoro! Ledo engano. Manoel é para ser lido devagar, degustado, saboreado, uma página por vez para que as palavras sejam absorvidas, tragadas, beijadas, acarinhadas. Encantei-me por Manoel! Apaixonei-me! E pensei: Como pude viver sem ele até hoje? Sem suas palavras de encantamento e sua mágica poesia? Por onde andava Manoel que não cruzou meu caminho antes?
Ao continuar a leitura minha interação foi tanta que por vezes tive a impressão de estar ligada a seus pensamentos e eu quis ser Manoel por um dia, então eu escreveria como ele e seria imortal, apenas por um dia. Ah, mas quanta ousadia!
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Lua nova que novidade me conta?Como está tudo aí em cima?
Passa ano e entra ano
e você aí sempre tão novinha.
Lua crescente que linda
parece sempre tão risonha
toda vez que te olho imagino
que é para mim esse teu sorriso.
Lua cheia que pomposa
te admiro e fico a pensar
que lua mais exibida
que cheia, que maravilha.
E tu triste lua minguante
não venha minguar minhas noites
que passe logo a tua fase
e que volte a lua nova
com novidades.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
De quantos sóis é feito um coração?O sol ameno do outono
que amadurece os frutos
e seca as folhas das árvores.
O sol acolhedor do inverno
que vem depois da chuva
enxugando o chão e as lágrimas.
O sol quente do verão
que chega trazendo vida
e aquecendo corações.
O sol intenso dos teus olhos
que me olham docemente
domingo, 22 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Eu vejo poesia nas coisas belasnas coisas tristes
e até nas coisas sem sentido.
Eu vejo poesia nas pessoas
em suas palavras e gestos.
E quando a vida se torna
um tanto sem graça
trato logo de enfeitá-la com poesia
para que as coisas fiquem mais leves
e para que não existam lacunas
entre meu mundo louco
e o das pessoas que amo.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Ela chegou assim iluminandoe aquela sala que era triste
logo foi karoleando.
E pra tudo era uma combinação
enxaqueca no mesmo dia
Essa não! Que maldição!
E tínhamos tantos segredos
que se fosse pra contar
ah, nos faltariam dedos.
Música de Zeca Baleiro
Calma Alma Minha
Calminha!
Mas um dia ela se mandou
e a sala deskaroleou
meu coração só chorou.
Hoje em seu lugar tem a Samantha
gente boa, gosto dela
mas a saudade de Karol ainda é tanta.
Karol, Karolina
mulher com alma de menina.
Pensei assim de um estalo como foram criadas as palavras.Desde que fui alfabetizada não lembro de nem uma palavra
nova ter sido inventada.
Será que todas as palavras foram inventadas de uma só vez?
Tipo assim um Big Bang de palavras?
Disposta a satisfazer minha curiosidade resolvi consultar o senhor Google que desfez foi a minha ignorância.
Me informou que vez ou outra palavras novas são inventadas sim,
nós é que somos descuidados as usamos e nem percebemos.
Em 1998 a Academia Brasileira de Letras lançou um vocabulário com termos que estão em uso e que não eram oficiais, alguns deles bem conhecidos nossos: deletar, teleconferência, acerola, Internet, scanear, mouse.
Até corei de vergonha! Ainda bem que estava do lado de cá da telinha.
Hehehehe
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
(Angelo Portilho)
Mas veja, Dó maior é apenas uma nota
e tantas outras notas existem
que formam cantos e encantos
que mesmo à longa distância
corações ouvem e notam
que a dança da vida não é feita só de Dó
mas também de faceiros
Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si
(Lou Witt)
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
O suplício de uma noite mal dormida
Na noite que passou dormir foi coisa difícil de fazer onde eu me encontrava por uma razão bem simples: Um maldito filho de chocadeira, vou classificá-lo desta forma para não ofender sua querida mãezinha que talvez não tenha culpa de ter um filho assim, as mães nem sempre são culpadas pelos atos paranóicos e delinqüentes que os filhos cometem, se bem que na maioria das vezes tem uma parcela bem grande de responsabilidade, mas não vou entrar nesta questão agora, vim aqui falar foi do infeliz que não me deixou dormir escutando uma maldita música gospel/baiana/axé/funk e sei lá mais que mistura era aquilo a noite toda. Me pergunto até agora como um ser vivente pode ter ouvidos para agüentar tanta poluição sonora. Pois aquele serzinho teve. Também não sei o que me fez pensar que a pessoa seria alguém do sexo masculino, poderia ser uma moçoila assanhada sassaricando a noite toda e deliciando-se com os prazeres lúbricos e carnais e provavelmente no outro dia enquanto eu estaria ralando ela estaria estatelada em sua cama dormindo que nem uma macaca gorda, mesmo que não fosse gorda. Ah, que suplício! Meus olhos secos e arregalados pareciam duas bolas de gude que de tanto os meninos jogarem perdem todo o brilho.Costumo dormir pouco, seis horas por noite no máximo e quando algo tira meu sossego na manhã seguinte fico um trapo, um verdadeiro bagaço chupado de laranja. Mas o dia necessita ser vivido e o trabalho ser feito. Treinamento pela manhã. O que esta mulher está falando? Será que meu raciocínio foi embora junto com aquela maldita música gospel/baiana/axé/funk e sei lá o que mais. Na parte da tarde treinamento novamente. Um cochilo básico, com olhos de bola de gude e fui pega com uma perguntinha: - Você não acha? Claro, com certeza! (não faço a menor idéia com o que concordei).
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Gosto de sonhar com céu azule lindas nuvens de algodão.
Com sol que brilha e pássaros
que voam quase até o infinito.
Gosto de sonhar com beijos
e abraços de um amor gostoso.
Gosto de sonhar com anjos
e amor fraterno entre os homens.
Com a paz reinando no mundo
e a felicidade de dias tranqüilos.
Gosto de sonhar coisas que desejo
e que nem sei se vou realizar.
E quando eu não mais puder
sonhar com tudo isto
não quero mais estar neste mundo.
sábado, 31 de janeiro de 2009
Assisti ontem, o estranho caso de Benjamin Button. Só tenho uma palavra para Brad Pitt: Fantástico! Cate Blanchett também não deixa por menos, com cabelos pretos e magérrima, está mais linda do que nunca.O filme é intrigante e lendário, fugindo de todos os padrões. Um debilitado corpo de oitenta anos com pensamentos e sentimentos de uma criança. Um jovem corpo de sete anos com demências de um idoso. Conflitos mostrados ao longo do filme nos fazem pensar que a vida traça seus caminhos de uma forma perfeita e muitas vezes não temos essa percepção.
Personagens marcantes nos mostram que o mundo é feito de diferenças e que para se ter paz é preciso aceitar as diferenças de cada um.
Uma história que fala de amor, perdão, superação e acima de tudo aceitação.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
domingo, 14 de dezembro de 2008
Nasci para o calor. Amo o mar, o sol, as praias, o cheiro da brisa que vem do oceano. Amo Florianópolis e tudo o que há aqui. Sinto-me uma filha desta terra e embora tenha nascido longe daqui, aqui é meu lugar, aqui quero ficar para o resto dos meus dias.
Meus melhores poemas são para Floripa, para o mar que banha Floripa, para o sol que aquece Floripa, para as lindas praias de Floripa.
É o verãoLevanta menina
deixe logo de preguiça
que o dia já acordou
pegue seu lindo biquíni
sua canga e protetor
que o sol está chamando
e o asfalto já esquentou.
Barra, Jurerê, Costão do Santinho
Canasvieiras, Mole, Joaquina
Brava, Moçambique, Armação
Campeche, Morro das Pedras,
Lagoa da Conceição.
É o sonho do verão chegando
barulho das ondas batendo nas rochas
gaivotas, peixes, ondas, sol e mar
estradas cobertas de carros e gentes
caminhos que levam sempre ao mesmo lugar:
O mar! Ah, o mar!










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