terça-feira, 26 de janeiro de 2010



Te encontrei na noite
quando a estrela cadente riscou o céu
como uma promessa de um amor que viria
E meus olhos ao cruzarem os teus
se perderam no infinito de teu interior
E desde então vivo a procurar luares
nas noites de solidão e saudade
E cada vez que uma estrela
no céu torna-se andarilha
peço que me devolva seu olhar
e do meu triste olhar o brilho

4 comentários:

  1. Às vezes é preciso abanar a árvore da existência para caírem as folhas velhas. Talvez seja por isso que eu não quero saber quem pintou o céu de azul, mas eu quero é o resto da tinta, porque nós podemos matar o tempo, mas é sempre ele que nos enterra.
    Gostei muito de vir aqui visitar o teu belo espaço. No carácter, na conduta, no estilo, em todas as coisas, a simplicidade é a suprema virtude. O destino une e separa pessoas. Mas nenhuma força é tão grande para fazer esquecer pessoas, que por algum motivo um dia nos fizeram feliz!
    Nunca desistas dos teus sonhos… e nunca os deixes para trás. Encontra-os, torna-os próprios e durante toda a tua vida tem muito carinho por eles e nunca os deixes partir. Necessitas de muita dedicação para realizares os teus sonhos, porque eles não se realizam por magia dado que a magia é pura ilusão – o alimento dos perdedores - que nunca te vai tirar do lugar onde te encontras.
    BOA SEMANA!

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  2. Que maravilhoso!!

    A intensidade das palavras traz um brilho, uma essência natural e toca profundamente o coração!!

    adorei

    Beijão

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  3. Olá Lou
    Encontros casuais podem virar um grande amor, não desista e rever a estrela cadente.
    Beijos

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  4. Obrigada pela visita e carinho!

    BeijO

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pétalas